A agência atribui decisão ao aumento do volume de chuvas nos últimos 15 dias de janeiro, permitindo a recuperação do nível de reservatórios no Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste
A bandeira tarifária do mês de fevereiro continuará verde, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, não haverá cobrança de custos adicionais na fatura de energia do consumidor.
Segundo a agência, houve um volume maior de chuvas nos últimos 15 dias de janeiro, o que permitiu a recuperação do nível dos reservatórios nas usinas das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Esse aumento faz com que as usinas termelétricas de maior custo não sejam acionadas.
O sistema, implantado em 2015, é uma forma diferente de apresentar um custo que já estava na conta de energia, mas que geralmente passava despercebido. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.
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Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
As variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados até um ano depois, no reajuste tarifário seguinte, corrigido pela Selic.
Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.
Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos.
Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
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Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 7,877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.