Estudo indica que fim do oxigênio na atmosfera pode ocorrer abruptamente em 1 bilhão de anos
Pesquisas em modelagem climática e geoquímica indicam que a atmosfera da Terra pode perder oxigênio em escala de tempo geológica, tornando o planeta novamente inóspito para formas de vida complexas.
Segundo os estudos, esse processo não ocorreria de forma repentina, mas ao longo de cerca de 1 bilhão de anos, em função de mudanças graduais na radiação solar e no equilíbrio químico da atmosfera.
Com o aumento da luminosidade do Sol ao longo do tempo, haveria redução de dióxido de carbono disponível, o que afetaria diretamente a fotossíntese. Com menor produção de oxigênio e consumo contínuo por reações químicas naturais, a tendência seria uma queda progressiva da concentração do gás na atmosfera.
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Os pesquisadores destacam que o cenário representa uma fase natural da evolução planetária e não uma ameaça para a humanidade em curto ou médio prazo. A Terra, nesse contexto, passaria a ter características semelhantes às de sua atmosfera primitiva, com baixa presença de oxigênio.
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O estudo reforça que se trata de uma projeção de longo prazo baseada em modelos teóricos, ainda sujeita a refinamentos científicos.