Levantamento também mostra que, na terceira idade, o sexo tende a ser menos associado à performance e mais ligado à intimidade, ao afeto e ao sentimento de ainda ser desejado
Uma pesquisa recente revelou que pessoas com mais de 60 anos mantêm uma vida sexual mais ativa do que muitos imaginam. O levantamento mostra que homens e mulheres da terceira idade continuam valorizando a intimidade e consideram o sexo uma parte importante do bem-estar e da qualidade de vida.
De acordo com os pesquisadores, uma parcela significativa dos participantes afirmou manter relações sexuais frequentes, além de relatar satisfação com a vida afetiva. Muitos também destacaram que a atividade sexual contribui para a autoestima, a saúde emocional e o fortalecimento dos relacionamentos.
O estudo aponta ainda que o envelhecimento não significa necessariamente o fim do interesse sexual. Especialistas explicam que fatores como boa saúde, prática de exercícios físicos, acompanhamento médico e relações estáveis ajudam a manter a vida íntima ativa ao longo dos anos.
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Os pesquisadores também chamam atenção para os preconceitos que ainda cercam a sexualidade na terceira idade. Segundo eles, a ideia de que idosos não têm interesse por sexo está distante da realidade observada em muitos casos.
Outro ponto destacado é a importância dos cuidados com a saúde sexual, incluindo a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e a realização de consultas médicas regulares.
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Para os especialistas, os resultados reforçam a necessidade de tratar a sexualidade na terceira idade com mais naturalidade, reconhecendo que o desejo e a vida afetiva continuam presentes em diferentes fases da vida.