Se você tem a sensação de que Manaus está parecendo o próprio quintal do capeta de tão quente, saiba que a ciência finalmente resolveu olhar para o nosso sufoco! A lendária universidade americana MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) uniu forças com a UFAM (Universidade Federal do Amazonas) e a Prefeitura para investigar de perto o fenômeno das "ilhas de calor" na capital do estado.
O projeto ambicioso quer desvendar por que certas áreas de Manaus parecem verdadeiras caldeiras em ebulição e promete trazer soluções arquitetônicas e urbanísticas para aliviar a vida da população que sofre diariamente com o mormaço e o sol de rachar.
De acordo com as informações divulgadas, equipes técnicas do MIT, da Ufam e do Implurb já estão mapeando pontos estratégicos da cidade — incluindo um edifício no Parque Mosaico, na zona Oeste — para coletar dados térmicos precisos e entender como o concreto, a falta de verde e as construções transformaram a cidade em um verdadeiro forno.
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A pesquisa é encabeçada pela arquiteta equatoriana Sylvia Jiménez Riofrío, pesquisadora do MIT, que aponta Manaus como peça-chave não só para o Brasil, mas para toda a América Latina. O objetivo principal do estudo é criar um modelo matemático e físico para testar estratégias de resfriamento, como sistemas de "dupla cobertura" em telhados e construções adaptadas ao clima amazônico.
A parceria visa fornecer dados científicos pesados para que a Prefeitura possa, no futuro, atualizar as leis de construção civil da cidade e obrigar construtoras a pensarem no conforto térmico, reduzindo o consumo de energia com ar-condicionado e salvando o povo de derreter nas ruas.
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Enquanto os gringos e os cientistas quebram a cabeça para achar uma solução, o manauara segue firme: rezando para chover e bebendo muita água gelada para aguentar o calorão!