O frio extremo virou ainda pior nesta sábado (24 de janeiro de 2026) quando a Rússia lançou um mega ataque aéreo à rede elétrica ucraniana e deixou mais de 1,2 milhão de propriedades sem energia e aquecimento em meio a temperaturas abaixo de zero — um verdadeiro caos pro pessoal que já sofre com a guerra.
Segundo autoridades de Kiev, os ataques ocorreram durante a noite com um combo de drones e dezenas de mísseis, atingindo instalações estratégicas da infraestrutura energética do país. O resultado foi devastador: mais de 800 mil pessoas em Kiev e cerca de 400 mil na região de Chernihiv ficaram sem luz, e na capital cerca de 6.000 prédios ficaram sem calefação numa manhã congelante.
Os estrondos foram ouvidos por toda a cidade enquanto sistemas de defesa tentavam interceptar a ofensiva russa. Vídeos e relatos citam flashs de explosões iluminando o céu noturno e defesas antiaéreas em ação, cenário que virou rotina desde que a guerra começou.
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O ataque ainda deixou vítimas: pelo menos uma pessoa morreu e várias ficaram feridas durante o bombardeio, enquanto equipes de emergência trabalham pra reparar a energia e aquecimento — um esforço urgente com a chegada do inverno pesado.
E tudo isso aconteceu enquanto diplomatas tentavam avançar nas negociações de paz mediadas por Estados Unidos e outros aliados no Oriente Médio, num sinal claro de que, no terreno da guerra, o conflito segue intenso mesmo quando políticos tentam conversar.
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Resumindo no jeito que a vida anda por lá: enquanto um lado fala de paz, o outro manda bomba de noite e deixa gente congelando no escuro — uma situação que segue empurrando a população ucraniana pra limites cada vez mais duros.