Pesquisa com acompanhamento de dez anos relaciona o hábito de andar de bicicleta à redução do risco de morte e da perda de autonomia entre idosos
Um estudo aponta que idosos que andam de bicicleta regularmente têm mais chances de viver por mais tempo e manter a autonomia por mais anos em comparação com aqueles que não praticam a atividade.
A pesquisa acompanhou participantes ao longo de uma década e analisou o impacto do hábito de pedalar na saúde e na necessidade de cuidados contínuos. Os resultados indicam que o ciclismo está associado a menor risco de mortalidade e também a menor probabilidade de perda de independência funcional na terceira idade.
Segundo os pesquisadores, a bicicleta funciona não apenas como meio de transporte, mas como uma atividade física completa, que contribui para o condicionamento cardiovascular, fortalecimento muscular e manutenção da mobilidade.
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O efeito foi ainda mais evidente entre idosos que não dirigem mais, grupo que tende a perder mobilidade com mais facilidade. Nesse contexto, pedalar ajuda a preservar a autonomia no deslocamento diário.
Especialistas destacam que o hábito também favorece o bem-estar mental e social, já que estimula a rotina ativa e a participação em atividades externas, fatores importantes no envelhecimento saudável.
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O estudo reforça evidências já conhecidas na área da saúde de que a prática regular de exercícios físicos, especialmente atividades aeróbicas como o ciclismo, está diretamente ligada a maior qualidade e expectativa de vida na terceira idade.