As taxas estão aumentando, mas a prevenção é possível. Veja o que os especialistas recomendam
O número de infartos entre mulheres tem chamado a atenção de médicos e especialistas. Embora a doença cardiovascular ainda seja frequentemente associada aos homens, as mulheres também estão expostas a diversos fatores de risco e podem apresentar sintomas diferentes durante um ataque cardíaco.
Entre os principais fatores que podem aumentar o risco estão hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo, obesidade e histórico familiar. Alterações hormonais ao longo da vida também podem influenciar a saúde cardiovascular, especialmente após a menopausa.
Outro ponto de preocupação é que os sinais de infarto nas mulheres nem sempre aparecem como a tradicional dor intensa no peito. Cansaço incomum, falta de ar, náusea, suor frio, tontura e dores nas costas, mandíbula ou braços também podem estar presentes e, por vezes, são confundidos com outros problemas.
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A demora em reconhecer esses sintomas pode atrasar a procura por atendimento e aumentar o risco de complicações. Por isso, especialistas reforçam a importância de conhecer os sinais de alerta e manter acompanhamento médico, principalmente para controlar fatores de risco que podem ser modificados.
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A prevenção também passa por hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, atividade física regular, controle da pressão arterial e do colesterol e abandono do cigarro. Diante de sintomas suspeitos de infarto, a orientação é procurar atendimento de emergência imediatamente, já que cada minuto pode fazer diferença.