Defesa da apresentadora afirma que débito foi contraído durante a gestão do ex-marido e diz que continuará contestando a cobrança na Justiça.
A Justiça de São Paulo determinou o bloqueio de veículos pertencentes à Hickmann Serviços, empresa da apresentadora Ana Hickmann, em uma ação de cobrança relacionada a uma dívida de aproximadamente R$ 117 mil por cheques sem fundos.
De acordo com o processo, a empresa emitiu três cheques em favor de um empresário em 2023, mas os títulos não puderam ser compensados por falta de saldo. Como forma de garantir o pagamento da dívida, a Justiça determinou a restrição sobre cinco veículos registrados em nome da empresa.
Entre os bens bloqueados estão uma Toyota Hilux, um Renault Kwid Life, uma Fiat Toro, uma Volkswagen Saveiro e uma motocicleta Yamaha Factor. Caso a dívida não seja quitada, os veículos poderão ser penhorados para satisfazer o débito.
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Em nota, a defesa de Ana Hickmann afirmou que a obrigação financeira teve origem no período em que a empresa era administrada por Alexandre Correa, ex-marido da apresentadora, e sustenta que ela não participou da negociação que resultou na cobrança.
Os advogados também informaram que questionam a origem da dívida e os valores cobrados, alegando que os juros elevaram significativamente o montante. Segundo a defesa, foram solicitadas perícias e outras provas para esclarecer os fatos, mas os pedidos não foram acolhidos pela Justiça.
Ainda conforme o comunicado, a decisão que determinou o bloqueio dos veículos não encerra o processo. A equipe jurídica da apresentadora afirma que continuará adotando as medidas cabíveis para buscar a revisão da cobrança e esclarecer a responsabilidade sobre a dívida.
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O caso ocorre em meio a outros processos envolvendo Ana Hickmann e Alexandre Correa. Em julho de 2025, o empresário foi condenado, em primeira instância, a um ano de prisão em regime aberto por agressão contra a apresentadora, em decorrência de um episódio de violência doméstica registrado em novembro de 2023, na cidade de Itu (SP). A decisão ainda é passível de recurso