Lei determina instalação de farmácias em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo, e com a presença física de farmacêutico
Um novo projeto de lei aprovado no Congresso Nacional permite a instalação de farmácias dentro de supermercados, ampliando o acesso da população a medicamentos — principalmente em cidades menores. A proposta agora segue para sanção presidencial.
Apesar da mudança, a venda de remédios não será liberada de forma comum nas prateleiras. Os medicamentos só poderão ser comercializados em um espaço exclusivo, separado do restante do supermercado e estruturado como uma farmácia tradicional.
O texto também exige a presença obrigatória de um farmacêutico durante todo o funcionamento, além do cumprimento das normas sanitárias já aplicadas às drogarias, como controle de armazenamento, temperatura e rastreabilidade dos produtos.
Veja também

Vacina experimental contra a doença de Lyme apresenta mais de 70% de eficácia em teste de fase 3
Anvisa apreende e proíbe venda de remédios irregulares e produtos sem registro no Brasil
Outra regra importante é a proibição da venda em gôndolas ou caixas comuns. Ou seja, os remédios não poderão ficar ao lado de alimentos ou produtos de consumo geral, garantindo maior segurança no uso e na orientação ao consumidor.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
No caso de medicamentos controlados, a entrega só poderá ocorrer após o pagamento ou com transporte em embalagem lacrada até o caixa, seguindo critérios rigorosos de segurança. A proposta tem gerado debate: enquanto alguns defendem que a medida facilita o acesso aos medicamentos, especialmente em regiões com poucas farmácias, outros alertam para riscos como o aumento da automedicação e a necessidade de manter o controle sanitário.