Embora estável, quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral é o mais grave que o ex-presidente já enfrentou, afirma o médico Claudio Birolini
A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro acendeu um alerta entre médicos devido à gravidade do quadro de saúde provocado por uma pneumonia severa. De acordo com a equipe que o acompanha, a infecção atingiu os dois pulmões e colocou o paciente em uma condição considerada crítica, exigindo cuidados intensivos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo os especialistas, apesar de Bolsonaro apresentar estabilidade em determinados momentos, o quadro é delicado e envolve riscos reais de complicações graves. Os médicos classificaram o ex-presidente como um “idoso frágil”, fator que aumenta significativamente a vulnerabilidade diante de infecções respiratórias desse tipo.
A equipe médica destacou que a pneumonia pode evoluir para insuficiência respiratória e até levar à morte caso não haja resposta adequada ao tratamento. Em casos mais graves, a infecção pode atingir a corrente sanguínea — condição conhecida como bacteremia — o que eleva ainda mais o nível de risco e exige monitoramento constante.
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Antes da internação, Bolsonaro apresentou sintomas intensos, como febre alta, calafrios, falta de ar e queda na oxigenação, o que levou à necessidade de atendimento emergencial. O diagnóstico confirmado foi de broncopneumonia bacteriana, uma condição que pode se agravar rapidamente, especialmente em pacientes com histórico de saúde delicado.
Especialistas ouvidos sobre o caso reforçam que, em pessoas acima dos 70 anos, há uma possibilidade concreta de agravamento do quadro, com risco potencialmente fatal. Esse cenário é ainda mais preocupante diante do histórico clínico do ex-presidente, que já passou por diversas cirurgias e complicações desde 2018.
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Apesar da gravidade, os médicos informaram que o estado atual é estável, mas segue exigindo vigilância contínua. O caso reacende discussões sobre os cuidados necessários com pacientes idosos em situações de infecção grave e destaca a importância de acompanhamento médico intensivo para evitar desfechos mais severos.