Em novembro do ano passado, o ministro do Supremo já havia autorizado uma visita do parlamentar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o deputado federal Guilherme Derrite visite o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, popularmente chamado de “Papudinha”, em Brasília.
A visita foi marcada para 25 de fevereiro, no período da manhã, entre 8h e 10h. Moraes já havia permitido que Derrite fosse até Bolsonaro em uma ocasião anterior.
O pedido para autorizar essa visita partiu da própria defesa de Bolsonaro, que também solicitou ao ministro a concessão de prisão domiciliar, alegando que a situação de saúde do ex-presidente exige cuidados especiais. Essa solicitação foi baseada em um laudo da Polícia Federal, que apontou a presença de comorbidades crônicas, embora estejavel com acompanhamento médico e uso de medicamentos.
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De acordo com a PF, o quadro de saúde de Bolsonaro não exige internação hospitalar nem transferência para um hospital penitenciário, mantendo-o no regime de cumprimento de pena no local onde está detido atualmente.
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Além de Derrite, a lista original de aliados que Bolsonaro queria receber incluía outros nomes, como a deputada Bia Kicis, o ex-assessor José Vicente Santini, o deputado Marco Feliciano e Anderson Luiz de Moraes, secretário de Estado do Rio de Janeiro, mas Moraes não se manifestou sobre as autorizações desses outros pedidos.