O sistema de saúde do município de Borba atravessa um colapso total, ultrapassando limites da crise administrativa e assumindo contornos de possível escândalo institucional.
O cenário é de abandono, desorganização e falta de comando, segundo moradores e lideranças locais, e reflete diretamente a irresponsabilidade do prefeito Toco Santana.
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FALTA DE MÉDICOS, INSUMOS E ESTRUTURA
Faltam médicos, medicamentos e insumos básicos, e não há estrutura mínima para atender urgências e emergências. Servidores relatam treinamento inadequado para operar o sistema SISTER, usado para regular pacientes e solicitar transferência aérea em UTI.
Erros frequentes no sistema estariam classificando pacientes graves como estáveis, atrasando socorros que poderiam salvar vidas. Casos recentes, como o do senhor “Perique” e da jovem Vitória, são lembrados por familiares como mortes evitáveis.
SOCORRO SÓ COM PRESSÃO PÚBLICA
Atualmente, duas pessoas lutam pela vida e só conseguiram transferência para Manaus após forte mobilização de familiares. Isso reforça a percepção de que o atendimento só ocorre com cobrança pública, e não por eficiência da gestão municipal.
Mesmo com apenas uma aeronave de UTI aérea disponível no estado, especialistas afirmam que Borba precisa cumprir sua parte: classificar pacientes corretamente, preencher protocolos e agir rapidamente. Quando isso não ocorre, o problema deixa de ser estrutural e se torna falha grave de gestão.
SUSPEITAS DE MÁ GESTÃO DE RECURSOS PÚBLICOS
Além da crise assistencial, há questionamentos sobre aplicação de recursos públicos, contratos, compras de medicamentos, folha de pagamento, escalas médicas, gastos com combustível, logística e manutenção das unidades de saúde.
Vereadores da Câmara Municipal, que têm a obrigação legal de fiscalizar, são acusados de omissão, e isso contribui para que os problemas se perpetuem.
POSSÍVEIS CRIMES E IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
Juristas avaliam que, se confirmadas as denúncias, podem existir indícios de improbidade administrativa, omissão dolosa, má gestão de recursos públicos e crimes contra a administração pública, justificando a atuação conjunta do Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Polícia Federal.
BORBA PEDE SOCORRO
Enquanto a população enfrenta filas, falta de atendimento e medo de adoecer, o prefeito Toco Santana e os vereadores permanecem em silêncio, contrastando com relatos de viagens constantes, participação em eventos e gastos considerados incompatíveis com o colapso da saúde pública.
Borba pede socorro. Borba exige investigação. Borba cobra responsabilização.
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Porque quando a saúde pública entra em colapso, a culpa não é do acaso. Tem endereço, comando e responsáveis.
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