Versão modificada de aminoácido afeta células cancerígenas e quase não interfere em células saudáveis em testes com camundongos
Pesquisadores identificaram uma nova estratégia promissora no combate ao câncer que pode agir de forma mais seletiva no organismo. A técnica utiliza uma versão modificada de um aminoácido comum capaz de atingir principalmente células tumorais, preservando, em grande parte, as células saudáveis.
A descoberta foi conduzida por cientistas de universidades europeias e testada em laboratório e em animais. Nos experimentos, a substância conseguiu reduzir o crescimento de tumores, especialmente em casos mais agressivos, indicando potencial para futuras terapias mais precisas.
O diferencial dessa abordagem está na forma como a molécula atua. Diferente de tratamentos tradicionais, como a quimioterapia — que afeta também células saudáveis —, o novo método explora características específicas do metabolismo das células cancerígenas, tornando o ataque mais direcionado.
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A substância estudada é uma versão “espelhada” da cisteína, chamada D-cisteína. Ela consegue entrar com mais facilidade nas células tumorais e bloquear uma enzima essencial para a produção de energia, levando essas células a perderem a capacidade de crescer e se multiplicar.
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Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores destacam que a técnica ainda está em fase experimental. Novos estudos serão necessários para avaliar a segurança e a eficácia em humanos antes que a descoberta possa se transformar em um tratamento disponível para pacientes.