Autoridades deflagraram, nesta quinta-feira (28/5), operação contra esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis
Uma nova fase da Operação Carbono Oculto revelou que integrantes do Primeiro Comando da Capital utilizavam nafta e outros solventes para adulterar combustíveis vendidos em postos ligados ao esquema criminoso.
Segundo o Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal, o grupo atuava em toda a cadeia do setor de combustíveis, desde importação de insumos até distribuição e venda ao consumidor final.
As autoridades afirmam que fintechs e fundos de investimento eram usados como “bancos paralelos” para ocultar dinheiro obtido com fraudes, sonegação fiscal e lavagem de capitais.
Veja também

Brasil parou no sinal e enlouqueceu no acostamento
Estudo aponta queda no tabagismo no Brasil, mas avanço da obesidade e do consumo de álcool preocupa
A investigação aponta que a facção movimentou bilhões de reais por meio de uma rede de postos espalhados pelo país. Parte do lucro vinha da venda de gasolina adulterada com nafta e metanol, substâncias proibidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Nesta quinta-feira (28), a nova fase da operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná.
Entre os investigados estão empresários, operadores financeiros e suspeitos ligados ao PCC, incluindo nomes conhecidos como “Beto Louco” e “Primo”, apontados como peças-chave do esquema.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
As autoridades também investigam o uso de empresas de fachada e “laranjas”, incluindo presos usados formalmente como donos de negócios para esconder os verdadeiros beneficiários da organização criminosa.