Analistas veem risco para abastecimento. Na Ásia, Bolsas fecham em alta, enquanto na Europa e nos EUA, mercados têm tendência de queda
O preço do petróleo disparou e se aproximou dos US$ 100 por barril após novos ataques atribuídos aos houthis contra petroleiros sauditas no Mar Vermelho. A escalada aumentou o temor de interrupções no transporte de petróleo e trouxe de volta as preocupações sobre a segurança do abastecimento global.
Segundo relatos, dois navios-tanque sauditas foram atingidos na região, e um deles chegou a pegar fogo. O grupo houthi, apoiado pelo Irã, também anunciou um bloqueio naval contra embarcações ligadas à Arábia Saudita, levando navios a alterar suas rotas ou retornar aos portos.
O Mar Vermelho é uma rota estratégica para o comércio mundial de energia. A ameaça de novos ataques e a possibilidade de interrupção do tráfego pelo estreito de Bab el-Mandeb aumentam os custos de transporte e podem afetar a circulação de milhões de barris de petróleo.
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Com a escalada da tensão no Oriente Médio, o mercado passou a considerar um risco maior de redução na oferta. O petróleo Brent chegou a ser negociado próximo dos US$ 99 por barril, em meio ao temor de que os conflitos atinjam outras rotas importantes para o transporte de energia.
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A alta preocupa governos, empresas e consumidores, já que uma disparada prolongada no preço do petróleo pode pressionar os custos de combustíveis, transporte e outros produtos. O mercado agora acompanha os próximos movimentos na região e o impacto dos ataques sobre o tráfego de navios e o abastecimento internacional.