O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos Urbanos e Rodoviários de Manaus e Região Metropolitana informou que a categoria aprovou, em assembleia realizada no último dia 30 de junho, uma greve geral por tempo indeterminado. A paralisação está prevista para começar à 0h01 da próxima quarta-feira, 8 de julho, caso as empresas não efetuem o pagamento dos salários até o quinto dia útil do mês, prazo que vence em 7 de julho.
Segundo a entidade sindical, os constantes atrasos salariais têm provocado dificuldades financeiras para os trabalhadores, comprometendo o sustento de suas famílias e o cumprimento de obrigações básicas, como pagamento de contas e demais compromissos financeiros.
Em nota oficial, o sindicato informou que já comunicou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) sobre a possibilidade de paralisação e solicitou o remanejamento da operação para garantir a circulação de 50% da frota durante o movimento grevista, conforme determina a legislação para serviços considerados essenciais.
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A entidade destacou ainda que todos os procedimentos e prazos previstos na Lei de Greve foram cumpridos, incluindo a notificação prévia das empresas e dos órgãos competentes.
Apesar da decisão pela paralisação, o sindicato afirma que permanece aberto ao diálogo e à negociação com as empresas até a data prevista para o início da greve, na tentativa de evitar transtornos à população e garantir o pagamento dos trabalhadores.
A nota é assinada pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos Urbanos e Rodoviários de Manaus e Região Metropolitana, Tibâncio de Oliveira Silva.
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA
"O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos Urbanos e Rodoviários de Manaus e Região Metropolitana comunica que, em assembleia realizada no dia 30 de junho de 2026, a categoria deliberou pela deflagração de greve geral por tempo indeterminado, com início previsto para as 0h01 do dia 8 de julho de 2026, caso não seja efetuado o pagamento dos salários até o 5º dia útil, que se encerra em 7 de julho de 2026.
Os recorrentes atrasos salariais têm causado sérios prejuízos aos trabalhadores, comprometendo o sustento de suas famílias e o cumprimento de obrigações financeiras básicas.
Informamos ainda que foi solicitado ao Sinetram o remanejamento operacional necessário para assegurar a circulação mínima de 50% da frota, conforme previsto na legislação vigente para serviços essenciais.
Todos os prazos e requisitos estabelecidos pela Lei de Greve foram devidamente observados, e os órgãos e empresas competentes foram formalmente notificados.
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O sindicato permanece aberto ao diálogo e à negociação até a data prevista para o início da paralisação."
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