EUA vive surto de sarampo, doença que havia sido eliminada há decadas devido à atual baixa taxa de vacinação
Duas pessoas morreram após serem infectadas pelo sarampo na Pensilvânia, nos Estados Unidos, informou o Departamento de Saúde do estado nesta terça-feira (25). As vítimas não haviam sido vacinadas contra a doença. Os óbitos são os primeiros registrados na Pensilvânia em 35 anos.
As mortes acontecem em meio a um avanço expressivo do sarampo nos Estados Unidos. Segundo dados divulgados pelas autoridades de saúde, o país registra em 2026 o maior número de casos desde que a transmissão endêmica da doença foi considerada eliminada, em 2000.
Na Pensilvânia, foram contabilizados 393 casos de sarampo em 28 condados até esta terça-feira, de acordo com informações das autoridades estaduais. O cenário tem aumentado a preocupação com a disseminação do vírus, especialmente entre pessoas que não estão imunizadas.
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O sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode provocar complicações graves. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção, e autoridades de saúde têm reforçado a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada diante do crescimento dos casos nas Américas.
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No Brasil, o Ministério da Saúde também acompanha o cenário internacional e reforça a importância da imunização. Uma campanha de multivacinação está em andamento até 1º de setembro, com foco na atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos, incluindo a proteção contra o sarampo.