Pesquisa brasileira avaliou 1.158 pessoas que buscavam tratamento psicológico para insônia; 60% relataram uso atual de medicamentos para dormir e zolpidem foi o mais citado
Um estudo brasileiro aponta que quase quatro em cada dez adultos que apresentam sintomas de insônia recorrem a medicamentos para dormir entre cinco e sete noites por semana. O levantamento chama atenção para a frequência do uso de remédios entre pessoas que enfrentam dificuldades para ter um sono adequado.
A pesquisa analisou adultos com sintomas de insônia e identificou um uso frequente de medicamentos durante a semana. O resultado reforça a importância de investigar as causas dos problemas de sono e buscar acompanhamento adequado antes de manter o uso contínuo de remédios.
A insônia pode afetar diferentes aspectos da rotina, provocando dificuldade para adormecer, despertares durante a noite ou sensação de cansaço mesmo após várias horas na cama. Quando esses problemas se tornam frequentes, podem comprometer a qualidade de vida e o funcionamento durante o dia.
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O levantamento também coloca em evidência a necessidade de atenção ao consumo prolongado de medicamentos para dormir. A escolha do tratamento depende da causa e das características de cada pessoa, e a utilização de remédios deve ser orientada por um profissional de saúde.
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Os dados ajudam a dimensionar o impacto dos distúrbios do sono entre adultos brasileiros e reforçam a importância de estratégias para melhorar a qualidade do descanso. Além dos medicamentos, a avaliação das causas da insônia e a adoção de hábitos adequados de sono podem fazer parte do tratamento.